Melhor País do mundo

O melhor país do mundo

Cada vez mais brasileiros decidem deixar o país para morar no exterior. Seja atrás de novas oportunidades, fugindo da crise econômica ou política ou mesmo dos altos índices de violência, o número de brasileiros que deixa o país só aumenta. Segundo a Receita Federal, nos últimos três anos, o crescimento foi de mais de 81%.

Porém, aqueles que tem a coragem de ir em busca de um país melhor para viver precisam antes pesquisar muito sobre a cultura, a língua, o clima e, claro, a qualidade de vida. De encontro a isso, a InterNations realizou pesquisas com expatriados em diversos lugares do mundo e, de acordo com os resultados, o melhor país do mundo para morar e trabalhar é Bahrain, no Golfo Pérsico. Entre os fatores decisivos, a hospitalidade dos nativos e a combinação de altos salários e grandes empresas multinacionais atuantes no país.

O primeiro país europeu a aparecer no ranking é a República Tcheca. Luxemburgo, por oferecer grandes oportunidades de evolução da carreira e estabilidade econômica, também aparece em destaque. Assim como a Alemanha, pelo seu excelente desempenho econômico. Da Oceania, a Nova Zelândia aparece entre os dez primeiros da lista com vagas, principalmente, para profissionais do setor da saúde. A estimativa, é que até 2030, o país deve recrutar mais de 25 mil enfermeiros, devido ao seu grande déficit de profissionais. Portugal, um dos destinos favoritos dos brasileiros que vão morar no exterior, também ocupa posição de destaque no ranking. Assim como Espanha, Malta e Singapura.

Já os favoritos de outrora, Estados Unidos e Inglaterra, perdem posição pela tolerância menor com estrangeiros, devido a eleição de Donald Trump na América e a saída do Reino Unido da União Europeia e aprovação de Brexit.

No final da lista aparecem países como Nigéria, Kuwait e Grécia que apresentam instabilidade econômica, falta de oportunidades profissionais e baixos salários. Estes estão entre os piores lugares do mundo para que um estrangeiro consiga se estabelecer.

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Nacionalidade automática para filhos de imigrantes residentes em Portugal

Nacionalidade automática para filhos de imigrantes há dois anos em Portugal

MARIA LOPES e JOANA GORJÃO HENRIQUES – 20 de Abril de 2018, 19:40

Esquerda e PAN aprovam alterações. Os centristas votaram contra e o PSD absteve-se. Nacionalidade pela ascendência introduzida por projecto do PS.

Os filhos de estrangeiros que residam em Portugal há dois anos vão ser considerados portugueses originários, excepto se declararem que não querem ser portugueses, “invertendo a actual regra”.

Isto irá encurtar o prazo na lei até agora em vigor, que exigia aos pais que estivessem a viver em Portugal há pelo menos cinco anos. Os filhos de estrangeiros que residam em Portugal há dois anos vão ser considerados portugueses originários, excepto se declararem que não querem ser portugueses, “invertendo a actual regra”. Isto irá encurtar o prazo na lei até agora em vigor, que exigia aos pais que estivessem a viver em Portugal há pelo menos cinco anos.

Outra alteração significativa é o pedido de nacionalidade pela via da ascendência: pais de portugueses de origem podem vir a ter acesso à nacionalidade dos filhos desde que residam há pelo menos cinco anos em Portugal, independentemente da sua situação legal. 

Estas são algumas das alterações à lei da nacionalidade que o Parlamento aprovou nesta sexta-feira e que vão facilitar aos filhos de estrangeiros nascidos em Portugal o acesso à nacionalidade, quer pela via originária, quer pela naturalização.

Quem é português de origem tem plenos direitos, para quem se naturaliza os direitos encurtam. Os naturalizados estão impedidos, por exemplo, de se candidatar à Presidência da República ou à presidência da Assembleia da República.

O diploma segue para promulgação do Presidente da República e deverá estar a ser aplicado em Junho, segundo o deputado Pedro Delgado Alves, do PS, o autor da proposta.

Por outro lado, será possível a naturalização de menores não necessariamente nascidos em Portugal desde que um dos progenitores aqui viva durante pelo menos cinco anos antes do pedido. Poderá ser assim mesmo que o progenitor esteja em situação irregular, e desde que o menor tenha concluído “pelo menos um ciclo de ensino básico ou secundário” no país – na lei anterior era necessário o progenitor ter título de residência válido e viver em Portugal há seis anos.

Fica também definido na lei algo que o mais recente regulamento previa: a dispensa de prova de conhecimento de português para quem nasceu em países de língua oficial portuguesa.

Ficou ainda definido que a nacionalidade está vedada a quem tenha sido condenado a uma pena de prisão de três anos (antes eram impeditivas as situações menos gravosas de multa para um crime cuja moldura penal abstracta era igual ou superior a três anos). 

Toda a esquerda (PS, BE, PCP e PEV) votou a favor, assim como o PAN, num total de 118 votos. Os 16 deputados do CDS-PP presentes votaram contra e os 79 do PSD abstiveram-se.

O texto aprovado veio substituir os projectos de lei que o PSD, BE, PCP, PS e PAN entregaram no ano passado na Assembleia da República mas que na discussão na especialidade acabaram por dar lugar a um projecto de lei que agregou medidas propostas por todos e outras que resultaram de um encontro de posições.

Fonte: publico.pt

Custo de vida na Itália

Voltando para a Itália: o custo de vida no país

Entre os anos de 1880 e 1930, uma grande parcela da população italiana imigrou para o Brasil. A busca por uma nova vida e oportunidade de trabalho começa agora a tomar o sentido inverso. Brasileiros, principalmente os descendentes de italianos, cada dia mais estão procurando voltar para a Europa. E o sonho de morar no país de origem dos antepassados começa a tomar forma nas pesquisas iniciais sobre o custo de vida na Itália.

Apesar de ter um custo de vida mais caro que Portugal, por exemplo, a média salarial na Itália é também mais alta, mesmo sendo um dos poucos países no mundo com salário mínimo indefinido. No País, cada profissão tem sua própria média salarial. Os salários costumam variar de acordo com a formação e qualificação profissional, ficando entre € 1.000 e € 2.500 e, ainda assim, são considerados um dos mais baixos pago na União Europeia.

Para quem pensa em mudar para as cidades mais movimentadas, como a capital Roma, ou Milão, vai encontrar mais oportunidades de trabalho, mas também terá um custo de vida mais alto, principalmente os gastos com moradia. Em Roma, o aluguel de apartamento de um quarto varia de € 800 a € 1.400, dependendo do bairro. Em Milão, é possível encontrar o mesmo tipo de moradia, mais afastada do centro, por € 600. Já em Nápoles, por exemplo, apartamentos de um dormitório no centro custam em média € 500 e, os mais afastados, € 350. Os gastos com luz, água e gás somam em média € 130 por mês e os planos de internet costumam custar € 30.

Os gastos em supermercado, somando produtos de higiene e alimentação, ficam entre € 120 e € 200. Almoçar e jantar fora eleva os gastos com alimentação já que uma refeição em restaurante custa em média € 15 por pessoa, uma pizza ou um combo do McDonald’s, € 8.

O bilhete integrado para transporte público (ônibus e metrô), podendo ser usado por 75 minutos, custa em média € 1,50. Portanto, os gastos mensais, somam € 35. Para quem preferir ter um carro, o preço médio do combustível é de € 1,50 por litro.

O sistema de saúde na Itália é gratuito para cidadãos e estrangeiros legalizados e é utilizado pela maior parte da população. Os planos de saúde não são comuns e são contratados principalmente por aqueles que preferem um atendimento elitizado e sem filas.

É claro que os gastos variam muito de acordo com o estilo de vida de cada um. Cozinhar ao invés de comer em restaurantes, morar mais afastado do centro, dividir casa ou apartamento com outras pessoas pode influenciar muito nos valores.

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Brasileiros não precisarão de visto para viajar para o Canadá

A medida, para facilitar a entrada de visitantes de baixo risco do Brasil, Bulgária e Romênia ao Canadá, faz parte do Economic Action Plan 2015. Apesar do alarde a isenção de vistos será seletiva e não atingirá a todos. Na verdade atingirá apenas um pequeno grupo.

A partir de 1° maio de 2017, o Canadá deve liberar brasileiros de tirar o visto para entrar no país. A medida só vale para quem já tenha tirado o visto canadense nos últimos 10 anos (mesmo que esse visto já esteja vencido) ou para quem tenha um visto válido para entrar nos Estados Unidos.

Em vez do visto, será necessário emitir uma autorização eletrônica para viajar – eletronic Travel Authorization (ETA). O documento deve ficar vinculado ao passaporte e será válido por 5 anos ou até a data de vencimento do passaporte.

O eTA custa 7 dólares canadenses (cerca de R$ 16) e permite a permanência do turista por até seis meses no Canadá. Mas o limite da permanência do visitante será determinado pelo funcionário da fronteira – normalmente, eles estipulam menos tempo. Saiba mais sobre o eTA Canadense clicando aqui.

fonte: InfomoneyBlog Fazendo as malasGazeta News

Visto para empreender em Portugal

Visto D2: oportunidade de empreender em Portugal

 Cada vez mais empreender tem se tornado o sonho de muitos brasileiros. Porém, a crise econômica e a instabilidade no país levam à procura de novas oportunidades. É quando surge a possibilidade de viver em Portugal com o visto D2.

Também conhecido por visto para imigrantes empreendedores, a permissão proporciona uma autorização de residência a estrangeiros que pretendam desenvolver uma atividade de investimento em Portugal. Em termos gerais, a aplicação, de pelo menos 5 mil euros, deve ser realizada através de uma empresa que se sediará em Portugal, com um plano de negócios que apresente relevância econômica, social, científica, tecnológica ou cultural.

As categorias mais procuradas na hora de abrir o próprio negócio nas terras lusitanas são a alimentação, comércio e hospedagem. Mas assim como em qualquer outro lugar do mundo, é necessário uma pesquisa de mercado para a verificação da oferta dos serviços, o melhor local para investir na atividade escolhida, conhecimento prévio do empreendimento e de regras locais como direito do trabalho, legislação de empresas, impostos e autorizações.

O pedido para o visto pode ser realizado ainda no consulados de Portugal no Brasil, com prazo de até 60 dias para decisão da análise, ou já em terras portuguesas.

Basicamente o custo para abrir e manter uma empresa em Portugal são de: 360 euros para a abertura da empresa, 100 a 278 euros para despesas com contador, IRC (Imposto sobre Rendimento de pessoas Coletivas) de 25%, Derrama (imposto municipal) de até 1,5% e IVA (Imposto sobre o Valor Acrescentado), que pode variar de 6 a 23% dependendo do produto comercializado ou serviço prestado.

O sistema “Empresa na Hora” foi criado para incentivar a abertura de novas empresas e a lei para concessão do visto para imigrantes empreendedores existe há uma década. De acordo com o artigo 60 da Lei nº 23/2007 este é um “visto de residência para exercício de atividade profissional independente ou para imigrantes empreendedores”. Os brasileiros estão em segundo lugar nos pedidos de permissão para empreender em Portugal, perdem apenas para os imigrantes chineses.

 

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Alteração no Regulamento Da Lei Da Nacionalidade Portuguesa

Foi aprovado o decreto-lei que altera o Regulamento da Nacionalidade Portuguesa. O mesmo visa estabelecer e concretizar o modo de aplicação de vários aspetos previstos nas alterações à Lei da Nacionalidade aprovadas pelas Leis Orgânicas n.º 8/2015, de 22 de junho e n.º 9/2015, de 29 de julho.

Procede-se à simplificação do processo de atribuição e aquisição da nacionalidade, tornando-o mais justo e célere para o requerente, mas sem que se coloque em causa o rigor do mesmo, nomeadamente:

Foi aprovado o decreto-lei que altera o Regulamento da Nacionalidade Portuguesa. O mesmo visa estabelecer e concretizar o modo de aplicação de vários aspetos previstos nas alterações à Lei da Nacionalidade aprovadas pelas Leis Orgânicas n.º 8/2015, de 22 de junho e n.º 9/2015, de 29 de julho.

Procede-se à simplificação do processo de atribuição e aquisição da nacionalidade, tornando-o mais justo e célere para o requerente, mas sem que se coloque em causa o rigor do mesmo, nomeadamente:

  • presumindo-se que quando o interessado seja natural e nacional de país que tenha  o português como língua oficial há pelo menos 10 anos e resida em Portugal, independentemente do título, há pelo menos cinco anos tem conhecimento da língua portuguesa. Assim, por exemplo, quem seja nacional de um qualquer outro país de língua oficial portuguesa e tenha nascido em Portugal fica agora dispensado de comprovar o conhecimento da língua portuguesa.
  • dispensando-se a apresentação do certificado do registo criminal do país da naturalidade ou do país da nacionalidade quando o interessado não tenha neles residido em idade relevante para esse registo (ou seja, após os 16 anos). São abrangidos por esta dispensa, por exemplo, todos os interessantes que, tendo nascido em Portugal, sempre aqui residiram, nunca tendo residido ou sequer viajado para o seu país da nacionalidade, e que por isso passam a estar dispensados de apresentar o certificado do registo criminal do seu país da nacionalidade.

O diploma define, igualmente, os termos em que o Governo reconhece a existência de laços de efetiva ligação à comunidade nacional nos pedidos de atribuição de nacionalidade efetuados por netos de nacionais portugueses nascidos no estrangeiro.

O regulamento determina, ainda, que a informação sobre a existência de perigo ou ameaça para a segurança ou a defesa nacional, pelo envolvimento do requerente em atividades relacionadas com a prática do terrorismo, é prestada pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e pela Polícia Judiciária.

 

fonte: Governo Português